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Astronomia em
Sonetos
As luas de Júpiter |
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OS
SATÉLITES DE JÚPITER - I
Júpiter
tem quatro satélites maiores
Que
agora são chamados de galileanos,
As
imagens mais chocantes e melhores
Foram
vistas por Galileu há 400 anos,
Possui
notável importância histórica
E
pela primeira vez se viu a atuação
De
satélites de uma forma categórica
Em
torno de outros astros em rotação,
Com
esta nobre descoberta de Galileu
O
velho tino geocêntrico de Ptolomeu
Encerrava
sua validade na humanidade,
Os
quatro relatados satélites vistos
São:
Io, Europa, Ganimedes e Calisto,
Batizados
por Marius com notoriedade. |

Júpiter e as quatro luas galileanas |
OS
SATÉLITES DE JÚPITER - II
No
século XVII, os astros galileanos
Tiveram
relevante valor instrumental,
Para
aferir, sem expressivos enganos
A
velocidade da luz no vazio sideral,
Olaf
Röemer, pesquisador dinamarquês,
Forneceu
uma explicação bem razoável
Para
as variações vistas em cada vez
Que
Io tinha um eclipse transmutável,
O
eclipse vinha depois das previsões,
E
ele vinha antes em outras ocasiões
Entretanto
havia um nexo bem sensato,
Perto
da terra, este tempo era menor
Distante
da terra, o tempo era maior
E viu-se
que a luz tinha valor exato. |
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Galileu Galilei
com o seu telescópio |
OS
SATÉLITES DE JÚPITER - III
Com
Júpiter próximo da terra em ação
A
luz gasta menos tempo para incidir,
Já
com ele mais afastado em oposição
A
luz leva mais tempo para progredir,
Um
motivo responsável pela defasagem
É
por variação na ação de translação,
E
Júpiter é mais lento em sua viagem
Do
que a Terra na anual movimentação,
O
atraso observado foi de 16 minutos
A
velocidade da luz em real atributo
Pôde
ser aferida de maneira triunfal,
O
teor observado tinha seus cabedais
E
era próximo de 300.000 km/s atuais,
Por
isso o valor da pesquisa é atual. |
OS
SATÉLITES DE JÚPITER - IV
Em
1.892 Barnard visualizou Amaltéia,
Outra
lua unida as quatro galileanas,
1.904
até 1.974 oito fizeram estréia
No
âmbito destas observações humanas,
Destas
oito luas, só as três últimas
Foram
notadas pela Voyager em missão,
Dentro
das proximidades mais íntimas
Deste
astro com sua imensa proporção,
Em
quatro grupos as luas são citadas:
Aquelas
interiores a Io posicionadas,
As
galileanas e exteriores a Calisto,
Exteriores
a Calisto possuem divisão:
Quanto
ao astro, com a mesma rotação,
E as
que têm o contrário do previsto.
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A
LUA METIS
A
lua Metis é a primeira do conjunto
Dos
quatro satélites interiores a Io,
Supõe-se
até que eles sejam oriundos
De
anéis de Júpiter em ato de desvio,
Outra
teoria sugere a ação contrária
Que
os anéis teriam a sua elaboração
Através
de ampla dinâmica secundária
De
Adrasteia e Metis em fragmentação,
Metis
e Adrasteia realizam a rotação
Mais
à borda dos anéis em associação
Expostos
às correntes gravitacionais,
Assim,
as duas luas por entrosamento
Interferem
no irregular encadeamento
Dos
anéis nas partículas estruturais.
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A
LUA ADRASTEIA
Adrasteia
é a segunda lua do planeta
Com
as suas identidades territoriais,
Ela
é atraída pela gigantesca faceta
De
Júpiter nas forças gravitacionais,
Tem
40 km em seu diâmetro estrutural
Sendo
lua diminuta proporcionalmente,
Ela
foi descoberta pelo instrumental
Que
a sonda apresentava internamente,
Adrasteia
e Metis, em elo posicional,
Não
usufruem de estabilidade orbital
Dentro
do campo magnético de Júpiter,
Partículas
magneticamente carregadas
E
atrações gravitacionais exageradas
Sempre
influem nos satélites súditos.
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A
LUA AMALTEIA – I
Amalteia
é uma lua que tem o trajeto
Interno
à órbita da lua Io galileana,
Tem
um tamanho naturalmente discreto
Viajando
perto da crosta jupiteriana,
Amalteia
tem formato muito irregular,
Um
dos lados apresenta uma saliência,
E
o seu maior eixo vai se direcionar
Para
o astro Júpiter como referência,
Amalteia
tem a coloração avermelhada
Pelo
tipo de matéria nela encontrada
Seu
corpo reflete só 5% da luz solar,
Ela
está exposta as fortes radiações
Assim
como às intempéries e atrações
Que
o astro Júpiter está a engendrar.
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A
LUA AMALTEIA – II
Amalteia
mostra muita irregularidade
Com
270x165x150 km de diâmetro total,
Há
muitas crateras em sua intimidade
Algumas
têm dimensão desproporcional,
A
cratera Pan possui 100 quilômetros,
Tem
oito quilômetros até o seu fundo
Chega
a traduzir um curioso fenômeno
Por
ter tanta área num pequeno mundo,
Gaea
é outra que tem grande dimensão
Com
seus 80 quilômetros de proporção
E
possui até o dobro da profundidade,
Amalteia
tem duas colinas conhecidas
Mons
Lyctas e Ida algo desenvolvidas
Com
20 quilômetros em sua localidade.
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A
LUA TEBE
Tebe
tem 100 km de diâmetro espacial
Junto
com Metis e Adrasteia elas são
Luas
que exibem um pontiagudo visual
Iguais
à Amalteia de maior proporção,
O
formato alongado é em conseqüência
Da
proximidade com o Júpiter gigante,
Pois
as suas marés mudam a aparência
Pelas
descaracterizações resultantes,
As
modificações ocorrem todo o tempo,
Nestas
luas também há bombardeamento
Micrometeorítico
deveras pronunciado,
Os
grãos de poeira procedentes de Io
São
espalhados na amplitude do vazio
E
vão à crosta deste satélite aliado.
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A LUA IO - I
A
lua Io é a mais interior galileana
Tem
as mesmas medidas da lua terrena,
Sua
superfície é relativamente plana,
Não
tem crateras grandes ou pequenas,
Sua
órbita gasta 42 horas em rotação,
A
metade de Europa, comparativamente,
Não
há gelo num espectro de reflexão
E
isto é um enigma ainda persistente,
Suas
cores simbolizam um curioso elo
Vermelho,
laranja, branco ou amarelo
Distinguindo
de outras luas siderais,
As
imagens revelam efeitos dinâmicos
Em
decorrência de centros vulcânicos
Que
a Voyager nos enviou como sinais.
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A LUA IO -
II
Io é
um dos satélites mais dinâmicos
Que
chama a atenção no sistema solar,
E
notam-se em seu cenário panorâmico
Muitos
vulcões de uma forma peculiar,
O
diâmetro é de 3.640 km e densidade:
3,5
g/cm3, valores iguais aos da lua,
Os
vulcões sugerem que na intimidade
Um
enxofre líquido se expande e atua,
O
espectrômetro da Voyager foi usado
Para
que também pudesse ser avaliado
O
teor da temperatura nesta pesquisa,
A
crosta de Io é sempre bem aquecida
E a
temperatura é muito desenvolvida
E é
de 146oC
em aferição bem precisa. |
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A LUA IO -
III
Sem a proximidade do planeta gigante
Io
seria corpo rochoso e até inativo,
Entretanto,
esta proximidade garante
Um
mecanismo dinâmico bastante ativo,
Na
crosta não há crateras de impacto
Observado
em fotos de alta resolução,
Que
observam várias minúcias de fato,
Mesmo
inferiores a 1 km de proporção,
A
ausência de crateras não demonstra
Haver
ausência de meteoros na crosta
Pois
existe alta força gravitacional,
Não
existem modificações panorâmicas
Pois
Io tem crosta jovem ou dinâmica
E se
refaz de forma rápida e natural. |
A LUA IO -
IV
Io
está bem perto do planeta gigante
Onde
os meteoros são muito numerosos,
Se,
em Io, não há crateras marcantes
É
por conformação dos solos arenosos,
Uma
estrutura predominante na crosta
É
simbolizada por centros de vulcões,
E, à
distância, seu visual se mostra
Como
manchas negras nas suas feições,
Há
manchas negras nos 5% da Io lunar,
Eles
refletem apenas 5% da luz solar,
A
Voyager tornou esta vista possível,
Têm-se
vales profundos e precipícios
Tensões
fortes ainda são só indícios
E
podem ter rompido a crosta visível. |
A LUA IO -
V
Áreas
dos pólos são mais irregulares,
Há
menos centros vulcânicos visíveis,
Há
montanhas com vários particulares
E
quilômetros de altura perceptíveis,
Foram
vistos terrenos estratificados
Onde
há níveis de materiais diversos,
Onde
a erosão rompeu seus predicados
Gerando
fraturas num relevo disperso,
Io
sofre forte atração gravitacional
Dos
outros satélites de modo natural
Sobretudo
de Europa nas proximidades,
Cada
vez que se encontra em oposição
A um
satélite externo em sua rotação
Io é
algo sacudida em sua intimidade.
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A LUA IO -
VI
Depois
de ser sacudida pela oposição
Io
oscila na órbita em seu movimento,
A
trajetória circular sofre inovação
Em
relação ao que seria neste evento,
Júpiter,
com seu campo gravitacional,
Forma
as forças de maré naturalmente,
E
desenvolve-se um calor exponencial
Que
torna a crosta de Io mais quente,
A
nave Voyager I, durante sua viagem,
Registrou
os vulcões em suas imagens
Durante
densas atividades vulcânicas,
Muitas
fotografias foram pesquisadas,
As
suas chances de erros descartadas,
Para
se refutar alterações mecânicas. |

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A LUA IO -
VII
Os
vulcões do satélite em atividades
Geram
nuvem luminosa na área central,
E a
nuvem da lua mostra similaridade
Com
um guarda chuva na feição visual,
O
exame das demais imagens confirmou
Que
existiam oito centros vulcânicos
Lançando
suas erupções e se observou
1
km/s em ativos processos dinâmicos,
As
nuvens agiam com enorme amplitude
Atingindo
de 70 a 300 km de altitude
Durante
erupções que eram freqüentes,
Há
um tom claro ao redor dos vulcões,
Há
os anéis circulares nas mediações
Que
até podem ser ovais analogamente.
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A LUA IO -
VIII
Os
anéis simétricos indicam erupções
Iguais
aos jatos d’água de uma fonte,
Os
detritos caem obedecendo posições
Tais
que rodeiam depressões e montes,
Os
materiais que geram esta dinâmica
Com
efeitos de resultado tão curioso
Que
se expelem desta fonte vulcânica
São
o enxofre e o anidrido sulfuroso,
O
espectrômetro infravermelho ligado
Permitiu
que o astro fosse analisado
Em
relação aos níveis de temperatura,
Uma
estrutura escura era mais quente
Com
até 146oC
na superfície fervente,
É
como se houvesse lava na estrutura. |
A LUA IO -
IX
Se o
enxofre gerasse a lava em lagos
O
satélite seria melhor interpretado,
A
nave veria vulcões e seus estragos
Com
película de enxofre solidificado,
Telescópios
e estudos de laboratório
Vão
dentro da sonda e isto demonstra
Que
ela tem intenção de observatório
E
até prova que há enxofre na crosta,
O
anidrido sulfúrico tem condensação
Gerando
sólido que tem a denominação
De
“neve” branca pelo aspecto notado,
A
Voyager enviou imagens em sua ação
Demonstrando
significativa resolução
Quando
o vulcão Loki foi visualizado. |
A LUA IO -
X
Um
possível modelo interno da lua Io
Explica
a presença maciça de vulcões,
Dentro
da crosta compondo seu feitio,
Há
enxofre líquido e suas derivações,
Extensos
quilômetros de profundidade
Notam-se
nesta sua área de transição,
Observam-se
misturados na intimidade
Enxofres
líquidos e sólidos em união,
O
anidrido sulfuroso líquido em ação
Experimenta
um mecanismo de expansão
Para
explicar a ejeção dos materiais,
A
alta temperatura torna-se dinâmica
A
expansão da área torna-se mecânica
E
assim a erupção mostra seus sinais.
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A LUA IO -
XI
Algo
do volume expulso pelos vulcões,
Em
Io, tendo parcelas até relevantes,
É
captado em gravitacionais atrações
Como
magnetismo pelo planeta gigante,
Alguma
parcela que se põe em erupção
Não
retorna à superfície do satélite,
E
passa a fazer parte da aglutinação
De
partículas naturais sob sua égide,
A
parcela de material que se encerra
Produz
efeitos visíveis até na Terra,
Simbolizando
um anel em sua silhueta,
A
Voyager viu o anel de plasma em Io,
Átomos
ionizados preenchendo o vazio
E
atraídos pela gravidade do planeta. |

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A LUA
EUROPA - I
Europa
é a 2ª
galileana em distância,
Diâmetro
de 3.130 km de área celeste,
Densidade
de 3 g/cm3,
em exuberância,
E é
15% menor do que a lua terrestre,
Europa
é um satélite de tipo rochoso
E
tem misturas de silicatos e metais,
Um
pouco mais denso ou ainda vultoso
E
pode ter até água de dons naturais,
A
Voyager 2 viu tons mais harmônicos
Como
estrias ou fenômenos tectônicos
Contornando
Europa em sua totalidade,
Foram
elaborados pelas marés em ação,
Ou
por ato convectivo em transmissão
De
calor que transmudou a localidade. |
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A LUA
EUROPA - II
A
Voyager 2 identificou umas imagens
De
Europa coberta de estrias escuras,
Ressaltando
70 km de margem a margem
E
milhares de km de radial estrutura,
A
maioria tem a disposição retilínea
E há
ziguezagues e curvas associadas,
Regiões
claras e lisas em disciplina
E
algumas manchas escuras espalhadas,
Pela
expressiva ausência de crateras,
Análogo
à Io, parece haver na esfera,
Um
bom mecanismo de rejuvenescimento,
Europa,
pela visão que se pode notar,
É o
corpo mais liso do sistema solar
Pela
sua adaptação ao longo do tempo. |
A LUA
EUROPA - III
Europa
apresenta montanhas alinhadas,
Uma
dezena de quilômetros de largura,
As
áreas de colinas são harmonizadas
Mais
regulares que as faixas escuras,
Observadas
com a iluminação reduzida
Evidenciam-se
as colinas em elevação
Nesta
superfície lunar desenvolvidas
Com
centenas de metros acima do chão,
O
seu núcleo silicático em sincronia
Elabora
grande quantidade de energia
Através
de movimentações convectivas,
Elementos
radioativos em degradações
Também
podem produzir transformações
Na
crosta lunar de forma comparativa. |
A LUA
EUROPA - IV
Os
movimentos do núcleo vão ao manto
Produzindo
mudanças na crosta gelada,
O
material sofre expansão e portanto
A
película gelada torna-se fraturada,
As
ditas fraturas seriam preenchidas
Costumeiramente
pelo gelo procedente
Do
manto ou até mesmo da água retida,
Solidificada
na temperatura ambiente,
Europa
pode ter evoluído em 3 etapas
E
isto ajudou a diferenciar seu mapa,
Em
4,5 bilhões de anos de atividades,
Surgiu
o núcleo silicático no começo
E a
desgaseificação foi outro apreço
Para
se gerar o oceano na localidade.
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A LUA
EUROPA - V
A
exposição ao ambiente gelado lunar
Gelou
a superfície do aludido oceano,
Assim,
a espessura pôde se agigantar
E se
fragmentou em diferentes planos.
As
fraturas advindas são preenchidas
Por
gelo e água de camadas profundas,
Deste
modo a superfície se consolida
Com
suas raras transformações juntas,
Europa
expande sua superfície em 10%
Que
por si explica o desenvolvimento
E a
dinâmica de fraturas em expansão,
Fraturas
também poderiam ter surgido
Pelo
movimento de marés estabelecido
Por
atuações de Ganimedes em atração. |

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A LUA
GANIMEDES - I
Ganimedes
é a maior esfera galileana
Com
5.270 km de superlativo diâmetro,
Traz
1,9 g/cm3
de densidade soberana
E há
gelo e silicatos nos parâmetros,
Ganimedes
tem dois tipos de terrenos,
Os
escuros abrangem zonas poligonais,
Que
separam outros de tom mais ameno,
Traduzindo
terrenos de claros sinais,
A
Voyager identificou esta proporção
Dos
terrenos lunares em distribuição
Com
imagens de excelentes definições,
Esta
lua é exceção de impacto seguro
Porque
é maior que Plutão e Mercúrio,
É
satélite de gigantescas proporções. |
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A LUA
GANIMEDES - II
Os
terrenos escuros são quase planos
E
possuem elevado número de crateras,
Já
os muito claros ou de tom mediano
Apresentam
vales paralelos na esfera,
Vales
paralelos têm feição ondulada
E há
poucas crateras nas ondulações,
A
feição das crateras é bem variada
E
serve para averiguar as variações,
Elevado
número de crateras na feição
E
diferentes estados de desagregação
Mostram
terrenos escuros bem antigos,
São
as áreas onde a crosta principal
Não
sofreu real alteração estrutural
E se
preservou num processo condigno. |
A LUA
GANIMEDES - III
Estes
terrenos claros com ondulações
Geram
redes estreitamente associadas,
Que
marcam quilômetros de depressões
E
terminam sob áreas escuras ligadas,
Já a
densidade nas claras estruturas
Têm
um valor sugestivo e equivalente,
É
menor que nas regiões mais escuras
Revelando
que as claras são recentes,
Claras
e escuras têm mesma proporção
Curiosamente
ocupam a mesma extensão
E
apresentam gelo em regiões polares,
O
gelo tem uma diferente viscosidade
Revelando
até origens em disparidade
Para
estas duas áreas complementares. |
A LUA
GANIMEDES - IV
Após
a formação inicial de Ganimedes
Houve
bombardeio de meteoros em ação,
E a
análise das crateras lhe concede
A
parte escura na origem da formação,
A
esfera foi fraturada com violência
Por
ação de meteoros na fase inicial
Para
que pudesse haver a ascendência
De
materiais para a área superficial,
Ações
tectônicas pela convecção rara
Forçaram
áreas escuras contra claras
Até
assumirem o seu aspecto ondulado,
E
esta foi a última fase lunar ativa
Que
formou ondulações significativas
Depois
o solo permaneceu equilibrado.
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A LUA
CALISTO - I
Calisto:
é a mais exterior galileana
E
ela é quase do tamanho de Mercúrio,
O
seu albedo expressa uma baixa gama
Porque
possui materiais mais escuros,
Albedo
é o parâmetro reflexivo usado
Para
o estudo da luz solar incidente,
O
seu valor refletido é interpretado
De
acordo com a luminosidade vigente,
Nota-se
gelo em sua superfície lunar,
Mas
reflete somente 20% da luz solar
E
pode haver sais em seus parâmetros,
O
gelo é interrompido pelas crateras
Que
têm grandes proporções na esfera
E
até 150 km nos valores do diâmetro. |
A LUA
CALISTO - II
Calisto
tem muitas crateras medianas,
A
cratera Valhala representa exceção,
Tem
600 km com rara superfície plana
E
não possui suas bordas em elevação,
Em
1.500 km se ampliam os seus anéis
Tendo
uns 50 a 200 km nos intervalos,
Eles
se apresentam tais como painéis
Como
as sondas puderam fotografá-los,
Não
há esboços na região superficial
Que
indique saída num sentido radial
De
materiais que pareçam ser vulcões,
Raias
rodeadas pelas bordas elevadas
Encontram-se
em crateras localizadas
Em
Mercúrio tendo diferentes feições. |
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A LUA
CALISTO - III
Em
crateras de Calisto há explicação
Que
supõe os seus impactos geradores
Quando
a crosta não tinha composição
Que
hoje tem os seus rígidos valores,
Assim,
a crosta reagiu elasticamente
Ao
impacto que houve em sua formação,
Sua
acomodação formou harmonicamente
Ondas
no interior da vasta depressão,
Então
o congelamento das deformações
Possibilitaria
gerar suas impressões
Como
sistemas de anéis centralizados,
O
núcleo de Calisto, em sua ebulição,
Não
englobou a crosta em toda a ação
Pois
havia o gelo exterior associado. |
A LUA
CALISTO - IV
O
congelamento das ditas deformações
Também
explica os anéis da depressão,
O
modelo que aclara as estruturações
Prevê
o núcleo de silicatos em união,
Seu
núcleo sustenta 1.200 km de raio
E no
núcleo tem-se 1.000 km de manto,
O
âmago do manto se moveu em ensaios
Até
chegar à crosta como por encanto,
O
calor do núcleo não foi suficiente
Para
derreter a crosta conjuntamente
E
foi alterada por ações convectivas,
Estas
ações levaram gelo e silicatos
Para,
assim, alcançarem o desiderato
De
romper a crosta com forças ativas. |
A LUA
CALISTO - V
A
reorganização da crosta foi rápida
Como
se nota pelas inúmeras crateras,
De
área pequena de forma sistemática
Tal
como se vê nas imagens da esfera,
Se
esta renovação durasse mais tempo
As
estruturas teriam sido destruídas,
A
esfera teria outro desenvolvimento
E a
feição atual não seria conhecida,
As
crateras de Calisto têm proporção
De
3,5 bilhões de anos de acomodação
Segundo
métodos usados para aferi-lo,
A
dinâmica desta lua é significativa
E
Calisto tem a etapa mais primitiva
De
evolução de um astro deste estilo.
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