Tratado de Gastroenterologia em Estrofes
Esôfago e Estômago em Estrofes
 

ESÔFAGO - EMBRIOLOGIA

 

 

1. SIMBOLOGIA

   
Uma frase de Churchill pode decifrar

    o que a embriologia deve desenvolver:

    quanto mais para trás se puder olhar,

    tanto mais para frente se poderá ver.
 

2. BLASTOCISTO ESFEROIDAL
 

    O aparecimento da camada endodérmica

    dentro de seu blastocisto esferoidal,

    é uma primeira percepção biocinética

    da formação do trato digestivo vital.
 

3. VÍSCERA PRIMITIVA E ESPLANCNOPLEURA

 
3.1. MESODERMA ESPLÂNCNICO E ENDODERMA
 

    A víscera primitiva tem precocemente

    uma parede com duas camadas no órgão,

    um mesoderma esplâncnico intimamente

    unido ao endoderma, mostra definição.

 

  3.2. ESPLANCNOPLEURA
 

    É a esplancnopleura com sua evolução,

    e no momento em que ela é instituída,

    o concepto começa a ser, em sua ação,

    mais delimitado por pregas definidas.

 

5.6.2. BOTÃO PULMONAR DO INTESTINO
       PRIMITIVO ANTERIOR
 
    Começa então a acontecer a separação
    entre trato respiratório e digestivo,
    e as células endodérmicas do embrião
    saem do botão do intestino primitivo.

5.6.3. PORÇÃO DIGESTIVA E RESPIRATÓRIA

    Um elo destas cristas proliferativas
    dentro do lume do intestino anterior,
    divide-o numa parte dorsal digestiva
    mais a ventral respiratória em vigor.

 

5.6.4. CÉLULAS INTERNAS DO NÚCLEO SEPTAL

 

    Após divisão pelas cristas celulares

    as células internas do núcleo septal

    sofrem necroses bastante elementares

    tendo vacúolos coalescentes no local.

 

5.6.5. MESÊNQUIMA

 

    Logo após desfaz-se a membrana basal

    e o mesênquima preenche passivamente

    um espaço que se fez de modo natural

    durante o desenvolvimento pertinente.

C. ALONGAMENTO DO ESÔFAGO

 


     Alongamento do esôfago aparentemente

     promove uma redução luminar tecidual,

     e de 29 a 31 dias já há, tacitamente,

     a traquéia e dois brônquios no local.

 

D. ESÔFAGO E ZONA MESENQUIMAL

 

     Um esôfago ainda é um tubo epitelial

     que apresenta diminuta luz associada,

     envolvido por ímpar zona mesenquimal

     mostrando-se ricamente vascularizada.

 

E. ISOLAMENTO DAS ESTRUTURAS TORÁCICAS

 

     No tempo de 30 a 32 dias de gestação

     traquéia e esôfago já estão isolados,

     e entre uns 34 a 36 dias de evolução,

     pulmões e traquéia são diferenciados.

 

5.7. AORTA, ARTÉRIAS PULMONARES E NERVO VAGO

 

     Com 38 dias, submucosas e musculares

     já podem ser bastante caracterizadas,

     a aorta junto de artérias pulmonares,

     inervações vagais também são notadas.

 

E S Ô F A G O  -  A N A T O M I A
 


1. MORFOLOGIA

     

   1.1. POSIÇÃO E TAMANHO

 

     O esôfago tem a posição longitudinal,

     O propósito de conduzir os alimentos

     da boca para a luz gastro-intestinal,

     e, em média, com 25cm de comprimento.

   

   1.2. DEGLUTIÇÃO

 

     Esôfago é um tubo muscular contrátil

     indo da faringe até a cárdia em ação,

     a sua atuação o torna bastante hábil

     através dos movimentos de deglutição.

 

   1.3. LIMITES

 

     Seu limite superior varia pelo local

     da cabeça e dos movimentos relatados,

     ele vai sobre a 6a vértebra cervical

     e na cartilagem cricóide é demarcado;

 

     ao nível de seu limite mais inferior

     um esôfago se fixa mais obliquamente,

     na área direita do estômago em vigor

     junto da 11a vértebra dorsal vigente.

1.4. FORMA

 

  

     A sua forma é sinuosa e muito típica,

     ele habitualmente atravessa a região

     cervical, a mediastinal, e a celíaca,

     sucessivamente e nesta mesma direção;


 

     no início à esquerda no eixo frontal,

     depois vai para a direita suavemente,

     empurrado por cajado aórtico natural

     e volta à linha média posteriormente;


 
     assim, o esôfago descreve, comumente,

     longa curva de convexidade à direita,

     depois, para a linha média existente

     e ao hiato diafragmático desta feita;


     o esôfago descreve, no plano sagital,

     uma curva tendo concavidade anterior,

     menos marcada que a coluna vertebral

     e ele se afasta num sentido inferior.

 

2. RELAÇÕES ANATÔMICAS

 
  2.1. SEGMENTOS ESOFÁGICOS

 

    2.1.1. ESÔFAGO CERVICAL

 
       Há três segmentos esofágicos nítidos

       com 5 a 7cm, tem-se esôfago cervical,

       desde o músculo cricofaringeo típico

       à parte superior do manúbrio natural.

 

    2.1.2. ESÔFAGO TORÁCICO

 

       A segunda parte é o esôfago torácico

       com 16 a 18cm, de tamanho aproximado,

       ele finda no anel superior esofágico

       partindo da borda do manúbrio citado.

 

    2.1.3. ESÔFAGO DISTAL OU ABDOMINAL

 

       A terceira região é o esôfago distal

       ou abdominal com 3 a 4cm de extensão,

       vai do anel esofágico, borda inicial,

       até o término da cárdia na transição.

 

  2.2. JUNÇÃO CRICOFARÍNGEA

 

    2.2.1. CONSTRITOR SUPERIOR, MÉDIO E   
           INFERIOR

 

       A parede muscular faríngea tem valor

       com três músculos em boa coordenação

       nas atuações, sendo eles, constritor

       superior, médio e inferior da região;
 

2.2.3. DIVERTÍCULOS DE ZENKER E DE LAIMER

 

     Em áreas de fraqueza podem se formar

     os divertículos adquiridos de pulsão,

     como o de Zenker, se acima se situar,

     ou o Laimer, se abaixo for a posição;

 

     considera-se que os divertículos são

     a resultante de debilidade congênita,

     e eles podem acontecer por uma lesão

     numa ação esofagoscópica iatrogênica.

 

2.2.4. DIVERTÍCULOS HIPOFARÍNGEOS

 

     Os hipofaríngeos são mais freqüentes

     e não são típicos apenas deste local,

     ocupam espaço nas fáscias existentes

     entre pré-vertebral e a pré-traqueal;

 

     há 2 regiões anatômicas consistentes

     que conduzem a um estreitamento real,

     uma prega hipofaríngea, internamente,

     e externamente o cricofaríngeo local;

 

2.6. O DIAFRAGMA

 

   2.6.1. CONCEITO

 

     Diafragma: é músculo plano e delgado

     que separa como um septo transversal

     os vários tecidos que estão situados

     entre cavidades torácica e abdominal.

 

   2.6.2. CENTRO FRÊNICO

 

 

     Centro frênico, de tecidos regulares,

     é feito de 6 fascículos provenientes

     da área central de fibras musculares

     formando retículo fibroso resistente.

 

   2.6.3. FIBRAS MUSCULARES

 

     Área centrífuga de fibras musculares

     une-se à coluna lombar anteriormente,

     em cartilagens costais suplementares

     e na cavidade torácica, lateralmente.

 

   2.6.4. HIATOS DIAFRAGMÁTICOS


     A cúpula tem três orifícios de valor

     por onde entra na cavidade abdominal,

     a aorta, o esôfago e a cava inferior,

     tendo hiatos diafragmáticos no local.

 

2.7. VASCULARIZAÇÃO DO ESÔFAGO

 

   2.7.1. ARTÉRIAS

 

      Artérias que suprem o esôfago citado

      provêm de seis fontes principalmente,

      deste modo este órgão se vê irrigado

      por um afluxo arterial bem eficiente;

 

      de três artérias, a irrigação provem:

      artérias tireóideas inferiores, mais

      gástrica esquerda e brônquica também,

      sendo suas três artérias primordiais;

 

      há, ainda, dois ou três ramos a mais

      que se originam da aorta descendente,

      são: ramos das artérias intercostais,

      e frênica inferior esquerda presente.

 

   A. PLEXO VASCULAR

 

      Os vasos penetram na camada muscular

      e vão até a submucosa posteriormente,

      onde deverão gerar um plexo vascular

      em toda a extensão de modo eficiente;

 

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1. GENERALIDADES

 

 

   É coberto por epitélio estratificado

   cuja particularidade de constituição

   é a de pavimentoso não queratinizado

   pelas diferentes regiões deste órgão;

 

   no esôfago existem as mesmas camadas

   próprias do canal digestivo em geral

   apresentando divisões caracterizadas

   como análogas a todo o trato natural.

 
 

2. GLÂNDULAS ESOFÁGICAS


   Na submucosa do esôfago agora citado

   observam-se alguns grupos na prática,

   sendo tecidos glandulares associados

   simbolizando as glândulas esofágicas;

 

   a lâmina própria específica do órgão

   mostra-se junto do estômago presente

   possuindo glândulas cárdicas em ação

   que também secretam o muco existente.

 

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1. MOTILIDADE

 

 

     Fisiologia baseia-se primordialmente

     na motilidade deste órgão em questão,

     visto que não existe efeito evidente

     de secreções e nem mesmo de absorção.

 

2. ESFÍNCTERES DO ESÔFAGO

 

     O esôfago tem dois esfíncteres reais

     que apresentam relevante importância,

     constatando duas unidades funcionais

     a manter o tônus em boa concordância;

 

     o ESE esfíncter superior deste órgão

     impede que o ar vá à luz normalmente

     durante a movimentação da respiração

     ou o refluxo à orofaringe pertinente;

    

     havendo refluxo à orofaringe aludida

     pode haver uma subseqüente aspiração,

     e assim a sua ação é bem reconhecida

     para preservar ,nesta área, a função;

 

ESÔFAGO  -  CLÍNICO-LABORATORIAL

 

 

1. ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS

 

 

      Um megaesôfago tem seus particulares

      e lhe identifica um específico sinal,

      a destruição de células ganglionares

      do plexo mioentérico da região local;

 

      os processos que naturalmente afetam

      essas estruturas produzem a disfagia,

      as células da estrutura lisa alteram

      a sua dinâmica como na esclerodermia;

 

      num diabetes acontece uma neuropatia

      e promove a lesão da inervação vagal,

      assim, esta afecção causa a disfagia

      através do comprometimento funcional;

 

2. EIE OU ESFÍNCTER INFERIOR DO ESÔFAGO

 

   2.1. CONTROLE DA INGESTÃO

 

 

      O EIE: esfíncter inferior do esôfago,

      tem a função de controlar a ingestão

      dos alimentos do esôfago ao estômago,

      por meio dos movimentos de contração.

 

E S T Ô M A G O  -  E M B R I O L O G I A

 

 

1. DILATAÇÃO FUSIFORME

 

 

    No crescimento embrionário renovador

    o órgão surge na 4a semana evolutiva,

    vem fusiforme, do intestino anterior,

    entre mesentérios de uma forma ativa;

 

    a tal dilatação fusiforme estrutural

    na área distal do intestino anterior,

    nos botões pulmonares, é mais caudal,

    levantada entre mesentérios em vigor;

 

    ela gera estômago e, de modo natural,

    esôfago, duodeno e também vai formar:

    baço, fígado, ducto biliar funcional,

    pulmões, pâncreas mais árvore biliar.

 

 

2. FORMA ASSIMÉTRICA

 

 

    Em duas semanas que são subseqüentes

    as paredes da região que é expandida,

    têm atuações de evoluções diferentes

    gerando a forma assimétrica definida;

 

4. PAREDES ANTERIOR E POSTERIOR

 

 

   Lado esquerdo da fusiforme dilatação

   torna-se a parte anterior estrutural,

   o direito forma a posterior do órgão

   e ele situa-se em posição horizontal.

 

5. FORMA EM "J"

 

   A curvatura maior vai à parte caudal,

   um duodeno vai à direita e para cima,

   dando ao estômago de maneira natural,

   a forma em J que a posição determina.

 

 

6. TRONCOS VAGAIS

 

   Em virtude da ímpar rotação gástrica

   os troncos vagais que, pelo seu teor,

   estão à direita e esquerda esofágica,

   assumem posição anterior e posterior;

 

   assim, os troncos vagais pertinentes

   o esquerdo e o direito em associação,

   mostram-se inervando respectivamente

   partes anterior e posterior do órgão.

 

15. CURVATURAS MAIOR E MENOR

 

    A borda posterior do estômago citado

    cresce mais que a anterior estrutura,

    com desenvolvimento bem diferenciado

    e geram a maior e a menor curvaturas.

 

16. DIVERTÍCULO DA CAVIDADE PERITONEAL

 

    Um eixo longitudinal fazendo rotação

    trás à esquerda o mesogástrio dorsal,

    logo, esta bolsa omental em formação,

    é divertículo da cavidade peritoneal.

 

17. EXTREMIDADE ABORAL OU PILÓRICA

 

    As extremidades deste relatado órgão

    estão no plano mediano, inicialmente,

    mas, a aboral ou pilórica em rotação,

    vai à direita e acima diferentemente.

 

18. EXTREMIDADE CÁRDICA OU ORAL

 

    Já outra extremidade cárdica ou oral

    vai à esquerda e abaixo inversamente,

    assim, o estômago assume forma ideal

    com a sua posição própria condizente.

 

E S T Ô M A G O - A N A T O M I A

 

1. MORFOLOGIA DO ESTÔMAGO

 

   1.1. CONCEITO

 

     O estômago é área músculo-membranosa

     única e apresenta um aspecto tubular,

     a sua capacidade orgânica é preciosa

     para que a digestão possa se efetuar.

 

   1.2. TOPOGRAFIA

 

     Entre um esôfago e intestino delgado

     o órgão identifica a sua localização,

     no hipocôndrio esquerdo, está fixado,

     e vai ao epigástrio pela continuação;

 

     no mesocólon transverso está apoiado,

     e, pelo fígado, coberto parcialmente,

     pela cárdia, apresenta-se delimitado,

     assim como, pelo piloro, distalmente.

 

 

   1.3. DIMENSÕES

 

     No adulto, ele mostra uma capacidade

     de 1,5 a 2 litros, em seu enchimento,

     12cm é sua largura, 8cm a veracidade

     do diâmetro, com 25cm de comprimento.

 

2. ARTÉRIAS

 

   2.1. ARTÉRIA GÁSTRICA ESQUERDA

 

      O suporte arterial do estômago advém

      dos seus quatro pedículos principais:

      artéria gástrica esquerda que provém

      diretamente do tronco celíaco e mais:

 

   2.2. GÁSTRICA DIREITA, GASTRO-EPIPLÓICA DIREITA E ESQUERDA

 

      A artéria gástrica direita e alia-se

      com gastro-epiplóica sendo derivadas

      da hepática e, da esplênica, gera-se

      a gastro-epiplóica esquerda liberada.

 

   2.3. RAMOS DA ARTÉRIA GÁSTRICA ESQUERDA

 

      A artéria gástrica esquerda continua

      na pequena curvatura e está dividida

      com 2 a 4 ramos e sua irrigação atua

      nas 2 faces da víscera aqui referida;

 

      esses 2 ou 4 ramos arteriais citados

      anastomosam-se com ramos originários

      da gástrica direita ou estão ligados

      ao lado convexo em ramos secundários.

 

8.5.1. TIPOS DE MOTILIDADE

 

 

      Há dois tipos de motilidade no órgão

      o 1o por fibras com tensão crescente,

      e o 2o por peristaltismo em elevação

      na porção distal do estômago vigente;

 

      a motilidade do estômago tacitamente

      interage no esvaziamento deste órgão,

      e alguns ítens atuam simultaneamente

      como exercício, volume, dor e emoção.

 

8.5.2. TIPOS DE ALIMENTOS NA DIGESTÃO

 

      Refeições gordurosas ou concentradas

      se esvaziam bastante mais lentamente,

      mas o ritmo de contrações observadas

      só dependem dos plexos nele vigentes.

 

8.5.3. PARASSIMPÁTICO E SIMPÁTICO NA DIGESTÃO

 

     O nervo parassimpático age excitando

     a motilidade do estômago na digestão,

     e o simpático o inverso, mas estando

     o tono elevado acontece uma inversão;

 

E S T Ô M A G O  -  H I S T O L O G I A

 

 

1. FUNÇÃO

 

     Estômago constitui um órgão exócrino

     pois elabora a digestão de alimentos,

     revela-se ainda como órgão endócrino

     por uma secreção hormonal a contento.

 

2. AÇÃO EXÓCRINA

 

     Um estômago representa uma dilatação

     do tubo e tem como atuação principal

     agir nos hidratos de carbono em ação

     cuja digestão começou na região oral.

 

  2.1. QUIMO

 

     O estômago acrescenta o fluido ácido

     a vários alimentos que são ingeridos,

     engendrando, por efeitos enzimáticos,

     o seu quimo que é muito desenvolvido.

 

  2.2. PEPSINA

 

     Enzima pepsina passa a ser secretada

     pelas glândulas do estômago estudado,

     e inicia a hidrólise mais apropriada

     das proteínas do alimento assimilado.

 

 

15. SECREÇÃO DE ÁCIDO CLORÍDRICO

 

  15.1. CÉLULAS PARIETAIS

 

     As parietais formam ácido clorídrico,

     cloreto de potássio mais eletrólitos,

     e tal como é bastante característico

     poucos elos orgânicos em metabólitos.

 

  15.2. ANIDRASE CARBÔNICA

 

     Foi constatado que o ácido secretado

     gera-se de cloretos do sangue normal,

     e ainda de íons H+ que são liberados

     pela enzima anidrase carbônica local.

 

  15.3. ÁCIDO CARBÔNICO E BICARBONATO

 

     Ela ainda atua sobre o CO2 existente

     gerando o ácido carbônico por reação,

     este ácido se dissocia ulteriormente

     gerando o bicarbonato e o H+ na ação.

 

16. TRANSPORTE HIDROELETROLÍTICO

 

     O H+ e o Cl- são passados ativamente

     através das células típicas do órgão,

     enquanto que a água vai passivamente

     pelo gradiente osmótico na conjunção;

 

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1. ATIVIDADE MOTORA DO ESTÔMAGO

 

     Um estômago é adequadamente separado

     pelas duas partes motoras diferentes,

     que apresentam, de modo diferenciado,

     dinamismo fisiológico bem competente.

 

 

1.1. ESTÔMAGO PROXIMAL

 

     O estômago proximal é correspondente

     ao fundo e ao corpo na parte inicial,

     e ele revela uma atividade eficiente

     de reservatório de alimento no local;

 

     a área pode relaxar-se para acomodar

     os líquidos e os sólidos alimentares,

     e contrações tônicas, deverá mostrar,

     gerando pressões orgânicas regulares.

 

 

1.2. ESTÔMAGO DISTAL

 

     O distal inclui antro e corpo distal

     ele promove a mistura e a trituração

     de alimentos sólidos de modo natural

     levando-os a uma grande fragmentação.

 

ESTÔMAGO - CLÍNICO-LABORATORIAL

 

 

1. HORMÔNIOS GASTRO-INTESTINAIS 

 

  1.1. GENERALIDADES

 

    Existem hormônios gastro-intestinais,

    como a colecistocinina-pancreozimina,

    que excitam com níveis ácidos basais

    e em índices altos inibem a gastrina;

 

    o polipeptídio intestinal vaso-ativo,

    (gip) polipeptídio inibidor gástrico,

    glucagon e secretina são restritivos

    enquanto a gastrina estimula o ácido.

 

  1.2. GASTRINA

 

    A gastrina possui a sua ação trófica

    aumentando mais as células parietais,

    assim, ela mostra sua ação biológica

    influindo nestas células primordiais;

 

    ela muda com o teor etílico gástrico

    muda com os secretagogos alimentares,

    com distensão antral, pneumogástrico,

    e ainda com alcalinizações celulares;

 

  
   3.3. TRATAMENTO DA GASTRITE ALCALINA

 

      Um tratamento numa gastrite alcalina,

      é colestiramina e dieta sem cirurgia,

      porém com sintomas intensos a rotina

      é um Y de Roux associado à vagotomia.

  

4. ÚLCERA GÁSTRICA

 

      A ação na úlcera gástrica tem lógica

      E vem por dois diferentes mecanismos:

      fluxo lento devido a estase pilórica,

      e o refluxo que altera o metabolismo;

 

      porém a etiopatogenia ainda pode ser

      conseqüente aos problemas ambientais

      e a lesão também pode se desenvolver

      por causa da carga genética dos pais;

 

      sentimentos podem estimular secreção

      com a ação hipotalâmica desencadeada

      nos pacientes que apresentam fixação

      oral-digestiva com a raiva associada.

 

6. ÚLCERA DUODENAL

 

    6.1. HIPERSECREÇÃO ÁCIDA GÁSTRICA

 

       Uma hipersecreção ácida do estômago

       na úlcera duodenal será conseqüente

       à elevação das células em seu âmago

       ou da sensibilidade nelas existente;

 

       e há 2 bilhões de células parietais

       numa úlcera duodenal característica

       havendo a metade em pessoas normais

       ou também em úlcera gástrica típica.

 

    6.2. RESPOSTA SECRETORA

 

       Estando aumentada a excitação vagal,

       mesmo nos períodos inter-digestivos,

       para a resposta secretora, em geral,

       apenas 1/3 da dose usual é decisivo.

 

    6.3. AÇÃO DO PH GÁSTRICO NA GASTRINA ANTRAL

 

       Nas pessoas com uma úlcera duodenal

       o pH gástrico de 2,5, habitualmente,

       inibe muito pouco a gastrina antral,

       porém nos normais, quase totalmente.